terça-feira, 21 de setembro de 2010

Muito profundo!


"O valor das coisas
não está no tempo que elas duram,
mas na intensidade
com que acontecem.
 Por isso existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."

  

- Citado em "Qual o tempo do cuidado?" - Página 49, de MARIA JULIA PAES DE SILVA, Edições Loyola, 2004, ISBN 8515029987, 9788515029983.





segunda-feira, 20 de setembro de 2010

O Auto da Barca do Inferno

”O Auto da Barca do Inferno”, obra de Gil Vicente escrita em 1517, representa o juízo final católico de forma satírica e com forte apelo moral. Escrita na transição da Idade Média para a Idade Moderna, a referida obra oscila entre os valores morais das duas épocas, pois ao mesmo tempo em que há uma severa crítica à sociedade, típica da Idade Moderna, a obra também está religiosamente voltada para a figura de Deus, que é uma característica medieval.

Aparecem vários tipos, ou seja, pessoas de diferentes classes sociais, cada uma com características que representam a sua posição na sociedade. Elas se encontram na beira do mar onde estão expostas duas barcas, uma que leva os recém-mortos para o inferno e a outra para o paraíso. A primeira conduzida pelo diabo e a segunda por um anjo. Nestes pequenos barcos, os pecadores são identificados por seus vícios que praticaram em vida, motivo de regozijo para a barca do inferno e de desprezo para a barca do céu. Além das duas barcas há também o companheiro do diabo e mais 14 personagens que embarcarão em uma das barcas, com exceção do judeu, que não é aceito em nenhuma delas, o que expressa o preconceito religioso da época.

Gil Vicente caracteriza seus personagens com símbolos que representam seus pecados. Por exemplo: a alcoviteira Brísida Vaz que traz seiscentos virgos (hímens) postiços representando as virgens que ela levou à perdição e os homens que enganou; o fidalgo que traz o pajem e a cadeira significando luxúria, dentre outros personagens com seus respectivos símbolos pecaminosos, exceto o parvo e os quatro cavaleiros que são os únicos que embarcam junto à barca do céu. O último por sua ingenuidade. Já os cavaleiros por que lutaram nas cruzadas em nome da igreja católica combatendo os “inféis mouros”. Os quatro cavaleiros encerram a peça com um final apoteótico, elevando o nome da igreja católica.

O Auto da Barca do Inferno tem, sem dúvida, a intenção de reformular a moral católica, além de remeter o leitor a profundas reflexões acerca de sua própria condição terrena. A sátira vicentina serve para nos mostrar, tocando nas feridas sociais de seu tempo, que havia um mundo melhor, em que todos eram melhores, no entanto é um mundo perdido, infelizmente, isto é, a mensagem final, por trás dos risos, é um tanto pessimista, já que os “grandes” pecadores não têm perdão e só lhes restam a viagem ao mundo das trevas, o inferno.




 

domingo, 19 de setembro de 2010

Caminhos do Conto Brasileiro (Ana Maria Lisboa de Melo)

1. O conto literário no século XIX e seus principais representantes

1.1- O “século de ouro do conto”
O século XIX foi considerado por muitos historiadores, como o “século de ouro do conto”. Isso devido ao brilhante trabalho desempenhado pelo contista americano Edgar Allan Poe, que de certa forma, influenciou outros escritores a produzirem contos que foram “verdadeiras obras-primas da literatura”.

1.2- Posicionamentos de Poe com relação ao conto
“Nas suas reflexões, Poe salienta a importância do efeito ou da impressão total que o conto deve causar no seu leitor. Para tanto, é preciso construir uma forma que possibilite esse efeito”. Ele diz que o conto deve ser breve, coerente, desenvolver-se no “sentido de uma tensão crescente” e terminar com o desfecho. Pois, dessa forma, vai causar no leitor o interesse de lê-lo do início ao fim.

1.3- A chegada de Maupassant e Tcheknov
Ainda no século XIX (segunda metade) surgem mais dois famosos contistas na Europa: Guy de Maupassant (França) e Anton Tcheknov (Rússia).

1.4- Maupassant e o conto de acontecimento
Maupassant em seus contos de acontecimento, denuncia a triste realidade da burguesia. Ele ficou famoso depois de publicar sua primeira grande novela “bola de sebo”, que como a maioria de seus contos narra a história mostrando um encadeamento social, ficando para o leitor um espaço para refletir.

1.5- Maupassant usa artifícios para prender a atenção do leitor
Os conto de Maupassant trazem, geralmente, uma anedota como o núcleo, a história é muito bem arquitetada e desperta no leitor, o interesse de lê-lo até o final, para satisfazer sua curiosidade e ainda faz com que esse leitor faça uma reflexão sobre a sociedade, tendo como base dessa reflexão o próprio conto.

1.6- O conto fantástico de Maupassant
Maupassant destaca, também, outro tipo de conto: o conto fantástico. Neste as histórias estão recheadas de sentimentos como a angústia, o medo e o delírio, enfatizando o mundo “sobrenatural” e ainda mais a “loucura”. Desses contos temos como exemplo: “Carta de um louco”, “Horla” e “Ele”.
No conto fantástico de Guy de Maupassant, acontece: “irrupção do inadmissível no seio da inalterável ilegalidade quotidiana”.

1.7- Tcheknov, em seus contos, adota um modelo diferente do que foi adotado por Poe e Maupassant
Na segunda metade do século XIX Anton Tcheknov (1860-1904), passa a valorizar mais ( do conto) o desenvolvimento da história e não o seu desfecho. Ele dá uma ênfase maior ao que ocorre com o protagonista da narrativa do que ao próprio acontecimento. Desfazendo, assim, o modelo deixado por Poe e seguido por Maupassant.

1.8- Tcheknov dá importância à vida psicológica dos personagens
Tcheknov prefere dar importância à repercussão que acontece na vida psicológica de seus personagens, levando em consideração as “circunstâncias históricas e o contexto” em que elas vivem. E baseado nisso, ele faz a seguinte afirmação: “estando acostumado a estórias curtas que consistem somente num começo, eu afrouxo e começo a ‘ruminar ‘ quando passo a escrever o meio”.

1.9- Tcheknov, renovador do conto no final do século XIX
Tcheknov foi considerado o “renovador do gênero no final do século XIX”. Mesmo não tendo escrito “ensaios críticos sobre o conto”, ele mostrou com clareza, através de correspondências, os “princípios éticos” aos quais defendia.

2. Origens e percursos do conto no Brasil

2.1- As considerações de Herman Lima e Barbosa Sobrinho
Herman Lima e Barbosa Sobrinho, fazem um retrospecto das origens do conto brasileiro, destacando autores e meios que divulgaram o conto na primeira metade do século XIX.

2.2- A origem do conto, segundo Barbosa Sobrinho
Segundo Barbosa Sobrinho “o marco decisivo da origem do conto é a fundação do semanário O Cbronista, dirigido por Justiniano da Rocha, que durou de 1836 a 1839”. Esse jornal abriu espaço para a publicação de contos e novelas, principalmente os de escritores estrangeiros, como Dumas, Nodier e Soulié.

2.3- A origem do conto, segundo Herman Lima
Para Herman Lima (de acordo com Sílvio Romero) o precursor do conto brasileiro é Joaquim Noberto de Sousa e Silva, o que é confirmado, também, por Edgar Cavalheiro, que indica o conto “As duas órfãs”(1841), como o texto que inaugurou o gênero. Lima, porém, lembra que a primeira mostra literária do conto, devia-se a Álvares de Azevedo com o “Noite na Taverna”.

2.4- O surgimento de Machado de Assis
Ainda no século XIX, surge o grande contista da época e das gerações futuras:
Machado de Assis (1839-1908). Segundo Lima, é Machado quem intensifica as principais linhas do gênero. Pois ele publicou aproximadamente duzentos contos, dispondo de uma grande diversidade de narrativas, que reiteram desde o estilo clássico, ao modelo de Maupassant, até o conto moderno e Tcheknov.

2.5- O primeiro livro de contos de Machado de Assis
Machado publicou “Contos fluminenses”(1870), seu primeiro livro de contos, quatorze anos antes de Tcheknov publicar “Contos de Melpóneme” (1884). Porém o conto machadiano não alcançou uma abrangência maior, porque foi escrita em um país pobre, em relação aos países europeus, onde existia um grande inter-câmbio cultural.

2.6- A diversidade dos contos machadianos
Podemos perceber através de obras machadianas, que o autor não assumiu apenas um modelo de conto, pois ele usou todos os recursos possíveis à narrativa curta. Identificamos, entre suas obras, contos de acontecimento, contos humorísticos e outros.

2.7- A chegada de três contista no início do século XX
No início do século XX aparecem os contistas Simões Lopes Neto (1865-1916), Lima Barreto (1881-1922) e Monteiro Lobato (1882-1948).

2.8- A obra de Simões Lopes Neto
Simões Lopes Neto com sua obra “Contos gauchescos”(1912), destaca a importância do homem do campo, levando em consideração os problemas locais e as crenças populares, por exemplo.

2.9- A abordagem de Lima Barreto em seus contos
Diferentemente de Machado, Lima Barreto aponta, também, o fingimento e o oportunismo da “sociedade carioca”, além de divulgar a vida periférica do meio urbano. E ele faz isso através do conto “O homem que sabia javanês”, opondo-se à “Teoria do medalhão”, de Machado de Assis.

2.10- Monteiro Lobato usa seus contos para denunciar problemas sociais do Brasil
Monteiro Lobato, denuncia os problemas sociais brasileiros, focalizando, por exemplo, os emigrantes que abandonam suas terras de origem para buscarem melhores condições de vida. Ele destaca, ainda, a vida dos patrões e dos escravos, as crenças e hábitos populares.
“Lobato parte do trágico e vai ao humorístico, da visão ingênua ao tratamento analítico”. Ele publicou três livros de contos, sucessivamente: Urupês (1918), Cidades Mortas (1919) e Negrinha (1920).

3. Tendências do conto brasileiro a partir do Modernismo

3.1- O crescimento notável do conto brasileiro durante o Mordenismo
O conto brasileiro cresce notavelmente a partir do Modernismo, ganha novas formas e temas e o interesse de leitores e escritores, pelo mesmo, não pára de crescer.

3.2- Os principais contos brasileiro dos “últimos anos”
Conto fantástico; conto de introspecção; conto simbólico-visionário e conto sócio- documental são considerados como as principais tendências que os contistas vêm escolhendo para o desenvolvimento do conto.

3.3- O principal foco do conto sócio-documental
No conto sócio- documental é retratado o crescimento da população urbana, que é focada pelos contistas como um dos fatores que mais contribuem para o crescimento da violência e da miséria, que são crescentes no Brasil.

3.4- Os modelos do conto sócio-documental, de acordo com Rubem Fonseca, Dalton Trevisan e João antônio
Rubem Fonseca, contista dessa linha (sócio- documental) destaca em alguns de seus contos a possível revolta das classes pobres e oprimidas contra as classes dominantes. Ele aponta também que a violência está presente em todas as classes sociais.
Dalton Trevisan, nesta mesma linha, enfatiza a vida das pessoas que vivem nas ruas, mostrando o dia-a-dia dessas pessoas através de “cenas de brutalidade e degradação”.
João antônio (1937-1996) retrata a “marginalidade social” de uma forma lírica, rejeitando os atos brutais e degradantes.

3.5- O foco e os principais autores do conto de introspecção
O conto de introspecção dá ênfase aos acontecimentos internos dos personagens, focalizando o íntimo do ser que vive as situações, buscando nelas um significado.
Podemos destacar como contistas dessa linha, os autores: Lygia Fagundes Telles, Luís Vilela e Laury Maciel.

3.6- O conto smbólico-visionário valoriza “a situação e a condição humanas”
No conto smbólico-visionário a história é “símbolo da condição humana ou de uma situação humana, cujo significado se encontra além da palavra, que apenas indica o sentido”. Nele alguns acontecimentos avançam a sensibilidade e a compreensão humanas e carecem de um imaginário artístico, que foge o ritmo da vida cotidiana.

3.7- Guimarães Rosa, o contista brasileiro que verdadeiramente escreveu o conto smbólico-visionário
O contista brasileiro que escreveu verdadeiramente o conto smbólico-visionário, foi Guimarães Rosa. Em suas narrativas, Rosa transforma o regionalismo “dando-lhe uma dimensão universal e visionária que evoca pressentimentos inquietantes que despertam nos recantos da alma”.

3.8- O conto fantástico, seu foco e principais autores
Alguns autores como Caillois, Vladimir Soloviov e Todorov emitem opiniões divergentes a respeito do conto fantástico. Contudo há um ponto com o qual todos concordam, que neste conto os “acontecimentos são sobrenaturais”, isto é, estão além de nossa realidade.
Dentre os contistas que estão inseridos nessa linha, podemos destacar: José J. Veiga, Murilo Rubião e Lygia Fagundes Telles.

3.9- A ascenção do conto brasileiro a partir do Mordenismo
O conto brasileiro cresceu bastante a partir do Modernismo, “tem recebido adesão de muitos escritores e do público leitor. A dimensão da narrativa provavelmente coaduna-se bem ao ritmo da vida moderna, já que pode ser lida em um curto intervalo de tempo, fato que talvez justifique sua preferência”.


Por Suely Sousa
(Maio de 2006)

sábado, 18 de setembro de 2010

Romualdo

Hoje, Romualdo, meu cunhado preferido (já que é o único - risos) está apagando mais umas velinhas e reacedendo a vontade de ser muito mais feliz.

Que Deus o proteja sempre e ilumine seus caminhos para que continue sendo a linda pessoa radiante que ele já é.

"Querido, cunhado, gosto muito de você e quero te agredecer por ter me dado um sobrinho maravilhoso e por fazer minha irmã uma mulher realizada e feliz"!

FELIZ ANIVERSÁRIO!!!!


ATENÇÃO: Essas pessoas, especialmente o meu cunhado, não bebem.  Isso é uma mera coincidência (risos)!

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

O algo a mais

Um homem foi contratado para pintar um barco. Trouxe tinta e pincéis e começou a pintar o barco com a cor brilhante, como o cliente queria.

Enquanto pintava, percebeu que a tinta estava vazando pelo fundo do barco e decidiu consertar o vazamento.

Quando terminou a pintura, recebeu o dinheiro e se foi. No dia seguinte, o proprietário do barco procurou o pintor e lhe deu mais uma bela importância.

O pintor ficou surpreso:

- O senhor já me pagou pela pintura do barco - disse ele.

- Mas isto não é pelo trabalho de pintura, é por ter consertado o vazamento do barco...

- Mas foi um serviço tão pequeno e insignificante... Eu não ia nem cobrar!

- Meu caro amigo, você não compreendeu.

Deixe-me contar-lhe o que aconteceu: Quando pedi a você que pintasse o barco, esqueci de mencionar o vazamento. Quando a tinta secou, meus filhos o pegaram e saíram para uma pescaria. Eu não estava em casa.

Quando voltei e notei que haviam saído com o barco, fiquei desesperado, pois lembrei que o barco tinha um furo. Imagine meu alívio e alegria quando os vi retornar sãos e salvos...

Então, examinei o barco e constatei que você o havia consertado!

Percebe, agora, o que fez? Salvou a vida de meus filhos!

Não tenho dinheiro suficiente para pagar-lhe pela sua "pequena" boa ação...

Não importa para quem, quando, de que maneira. Sempre que for possível, sempre que depender de você, e principalmente, dentro de suas possibilidades, vá além ... este poderá ser o seu diferencial, o seo"algo a mais"!


Autor desconhecido

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Um pouco da minha vida

Meu nome é Mônica. Tenho 14 anos e moro na cidade de Quixadá. Gosto de fazer amizades e tenho muitas, porém não sei se são verdadeiras.

Adoro estudar e pretendo me formar em Direito. 

O meu sonho é estar ao lado da verdade, das pessoas do bem e de apoiá-las.

Sou de uma família humilde e guerreira, que luta para alcançar seus objetivos.

O meu cotidiano é muito cansativo, pois trabalho de 7 às 17 horas.

Quando chego do trabalho dá tempo, apenas, de tomar banho, fazer um lanche rápido e ir ao colégio.

Depois do colégio estou exausta, mas não vou desistir de estudar, já que pretendo concluir meus estudos e ser uma profissional competente.


Maria Mônica Barbosa, 8º Ano A (Noite)
Distrito Educacional Campo Novo / Quixadá - CE


quinta-feira, 19 de agosto de 2010

A importância da preservação do meio ambiente

O meio ambiente é muito importante para todos nós, pois é a nossa fonte de alimento e sobrevivência. Além de nos alimentar, ajuda a melhorar o ar por causa das árvores, que absorvem o gás carbônico e soltam o gás oxigênio, fazem sombra e dão frutos suculentos.

O meio ambiente sempre nos ajuda, por isso temos que fazer nossa parte, como: regar as plantas, protegê-las contra o desmatamento e as queimadas, reciclar produtos como o papel, que é produzido com matéria-prima retirada da natureza.


Antônio Leonardo P. da Silva, 7º Ano D (Manhã)
Distrito Educacional Campo Novo / Quixadá - CE


segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A pescaria do amor

Na beira do rio
Existe um girassol
A sereia que
Lá passar
Vai cair no meu anzol

Na beira do mar
Existe um pomar
A mulher mais bonita que desse fruto provar
Vai ter a missão de me amar


Edwilson, 7º Ano D (Manhã)
Distrito Educacional Campo Novo / Quixadá - CE

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

A lágrima


A lágrima faz a gente ter
Momentos tristes e também momentos felizes,
Tristes como a morte de uma paixão
E felizes como um recomeço de um amor infinito,
Como se nem a morte os separasse.
Amor é uma palavra lembrada
Por todas as pessoas do mundo.
Ás vezes, as lágrimas
Se desmancham por felicidade!

Fabrício, 7º Ano D (manhã)
Distrito Educacional Campo Novo / Quixadá - CE 

quinta-feira, 29 de julho de 2010

MANDAMENTOS DE UMA BOA REDAÇÃO

Ao redigir, é importantíssimo que o candidato não cometa nenhum destes pecados transcritos a seguir, sob pena de padecer, sem indulgência, o inferno de mais um ano de espera!

1. ESNOBAR - Mostrar que é “o bom”. Complicar. Escrever difícil.
• Não se preocupe em demonstrar cultura e conhecimento excessivos. As coisas realmente boas e valiosas são simples. Os grandes sábios são simples. As “grandes notas” vêm de redações simples.
• Não queira fazer experimentalismos lingüísticos. Não tente neologismos léxicos ou sintáticos. Só recorra a um termo menos conhecido se ele se ajustar melhor no texto do que um termo usual.

2. PALAVRÃO - Nunca!

3. CRITICAR A UNIVERSIDADE, AS AUTORIDADES, AS INSTITUICÕES – É proibido!
• Esse negócio de “meter a lenha” não dá pontos.
• Faça a crítica “construtiva”: mostre os erros e aponte soluções.

4. SER NEGATIVISTA - Em tudo há um lado bom. Procure descobri-lo!
• Aponte alternativas, saídas. Sugira métodos e maneiras de solucionar as dificuldades e as chagas sociais. A maioria dos temas de vestibulares e concursos versam sobre “problemas sociais .
• Eles querem saber o nosso posicionamento, o que pensamos, o que achamos, se conhecemos.

5. EVITE DEFINIÇÕES - Elas são perigosas!
• Dado um tema como “a liberdade”, a maioria tende a sair definindo: A liberdade é...
• É sempre melhor criar uma história, relatar um episódio, dentro do qual e no decorrer do qual apareça o tema.

6. O PONTO FINAL ( . ) – Não esqueça. Denota desleixo. Depõe contra você ... é erro!

7. O PINGO NO “i” - É preciso pôr o pingo nos is!...

8. CORTAR O “T”.

9. A CEDILHA NO Ç.

10. A INICIAL MAIÚSCULA DE PERÍODO.

11. AS MAIÚSCULAS NOS TÍTULOS.

12. AS INICIAIS DE NOMES PRÓPRIOS MAIÚSCULAS.

13. ERRO GRÁFICO ATÉ NO TÍTULO – É terrível!

14. ESTRANGERISMO.

15. ECO.
Exemplo: Maneco entrou no boteco e bebeu uns trecos.



quarta-feira, 28 de julho de 2010

ABORTO

Certa mãe carregando nos braços um bebê, entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se:

- "Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro".

Indaga o médico:

- "Muito bem... e o que a senhora quer que eu faça?

A mulher, já esperançosa, respondeu:

- "Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda".

O médico pensou alguns minutos e disse para a mulher:

- "Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora".

A mulher sorria, certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer:

- "Veja bem, minha senhora... para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer... Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco".

A mulher apavorou-se:

- "Não, doutor!!! Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!!

O médico sorriu e, depois de algumas considerações, convenceu a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida. O crime é exatamente o mesmo.

(AUTOR DESCONHECIDO)


Você sabe desde quando Deus te ama? DESDE O VENTRE DA TUA MÃE! Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe; e no teu livro todas estas coisas foram escritas; as quais em continuação foram formadas, quando nem ainda uma delas havia. (Salmos 139:16)



terça-feira, 27 de julho de 2010

Modelo de PLANO DE AULA

Terça-feira, 27de julho de 2010.

Conteúdo: A pontuação: Vírgula; Ponto-e-vírgula; Ponto e Ponto de interrogação.

Disciplinas envolvidas: Língua Portuguesa, Gramática.

Objetivo Geral
 Compreender a função da pontuação.

Objetivos específicos
 Empregar corretamente os sinais de pontuação: Vírgula; Ponto-e-vírgula; Ponto e Ponto de interrogação.
 Entender que uma das funções da pontuação é marcar na escrita as diferenças de entonação.
 Perceber que o uso da pontuação influencia diretamente para uma boa compreensão do texto, assim como para a distorção do mesmo.

Procedimentos
1. Para iniciar, o professor deverá expor a importância da pontuação e apresentar os sinais que serão estudados na corrente aula: Vírgula; Ponto-e-vírgula; Ponto e Ponto de interrogação.
2. Cada sinal apresentado será exemplificado assumindo suas possíveis funções de acordo com vários contextos.
3. Serão propostos exercícios que possibilitem o discente a pôr em prática o que acabara de aprender.

Recursos didáticos
 Textos que contenham os sinais de pontuação estudados;
 Livro didático;
 Quadro branco;
 Pincel.

Avaliação
Atividades escritas e orais sobre a pontuação serão propostas e o desempenho dos discentes em respondê-las será levado em consideração.

Duração: 2 horas/aula

Bibliografia
 CEREJA, Willian Roberto; MAGALHÃES, Thereza Cochar. Português: linguagens. Volume 3. 5ª EDIÇÃO. São Paulo: Atual, 2005.
 VIEIRA, Maria das Graças; FIGUEIREDO, Regina. Ler, Entender e Criar – Língua Portuguesa. 1° edição. São Paulo: Editora Àtica, 2004.
 NETO, Cipro Pasquale; INFANTE, Ulisses. Gramática da Língua Portuguesa / Pasquale & Ulisses. São Paulo: Scipione, 1998.


quarta-feira, 30 de junho de 2010

Estratégias de contra-argumentação

1. Tente descobrir incoerências ou contradições nos argumentos do adversário; se houver, aponte-as e transforme-as em argumentos em seu favor.

2. Normalmente o debatedor tende a apresentar um argumento como verdade irrefutável. Contudo, sempre que possível, procure se servir de dados e informações (estatísticas, pesquisas, publicações, exemplos históricos, comparações com realidades diferentes, citações, etc.) capazes de demonstrar que o argumento do interlocutor é falso ou apenas parcialmente verdadeiro. Ao fazer isso, você fragiliza a força do argumento do interlocutor, o que confere maior credibilidade aos seus próprios argumentos.

3. Se as afirmações do adversário são generalizantes, demonstre, com um ou mais exemplos de casos ou situações particulares, que o argumento do adversário é inconsistente ou apenas parcialmente verdadeiro quando confrontado com a realidade. Cite casos, conte histórias, dê exemplos que mostrem o quanto o ponto de vista do adversário é parcial, insuficiente e discutível.

4. Examine o valor e o sentido das palavras empregadas. Às vezes, uma palavra mal empregada pelo adversário pode ser a porta de entrada para a contra-argumentação e levar até a uma inversão daquilo que o adversário pretendia dizer.

5. Outra estratégia possível é, já no final do debate, fazer uma síntese dos argumentos do adversário e dos contra-argumentos que você apresentou, demonstrando aos ouvintes, de forma global, que o ponto de vista do adversário está fundamentado em argumentos inconsistentes ou em razões falsas ou apenas parcialmente verdadeiras. Em seguida, compare com seus próprios argumentos, mostrando a coerência e a consistência deles. Se utilizou números em seus argumentos, poderá afirmar, por exemplo, “os números não mentem”, se empregou comparações históricas, poderá dizer algo como “a História já provou inúmeras vezes o que estou afirmando”.

6. Faça concessões. É possível que, durante o debate, você concorde em parte com algumas das ideias do adversário. Se isso ocorrer, não sinta vergonha de admitir que o outro tem razão. Aproveite a situação para negociar: diga, por exemplo, que o outro tem razão em parte. Provavelmente o interlocutor fará o mesmo, o que pode ser o caminho para um acordo, isto é, para que as partes cheguem a uma posição intermediária entre as ideias divergentes.




terça-feira, 29 de junho de 2010

Pegadas...


"Não existe o esquecimento total; as pegadas impressas na alma são indestrutíveis."

Thomas de Quincey 


segunda-feira, 28 de junho de 2010

domingo, 27 de junho de 2010

Fim de festa

A "festa do Gildo" foi boa, porém deixou a desejar em alguns aspectos.

O valor do ingresso estava alto para o nível do clube e das bandas que animaram a festa.

O valor da cerveja também estava altíssimo e a única opção de marca dessa bebida disponível no evento não era uma das melhores. Que pena!

Ainda assim, diverti-me muito. Afinal, quem faz a festa é a turma e a minha, como sempre, foi maravilhosa!

Quando o dia amanheceu, saímos do clube e continuamos a diversão na residência de uns parentes queridos que moram ali perto, onde saboreamos um delicioso carneiro assado. Que prestígio!



sábado, 26 de junho de 2010

Tradicional São João do Gildo


Hoje acontece mais uma edição da tradicional festa de São João no Serra do Padre Clube, do Gildo Simplício.

A animação ficará por conta do forró gostoso da banda Pau de Arara e do vanerão animado do Toca do Vale.

Comecei a frequentar tal evento quando ainda era criança, pois passei parte da minha infância naquelas adjacências.

Infelizmente, não pude ir à referida festa por alguns anos e hoje retornarei ao evento com muita alegria. 

Pretendo me divertir muito: dançar, rever amigos, conhecer pessoas interessantes e "extravasar" minhas energias.








sexta-feira, 25 de junho de 2010

quinta-feira, 24 de junho de 2010

5 minutos de vida


No consultório, um paciente recebe a notícia que tem apenas mais cinco minutos de vida e diz, desesperadamente:

- Doutor, o que o senhor pode fazer por mim???

E o médico responde:

- Um "Miojo…"
 
 

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Amor E Sexo

Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte...

Amor é pensamento
Teorema
Amor é novela
Sexo é cinema..

Sexo é imaginação
Fantasia
Amor é prosa
Sexo é poesia...

O amor nos torna
Patéticos
Sexo é uma selva
De epiléticos...

Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão
Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval

Oh! Oh! Uh!

Amor é para sempre
Sexo também
Sexo é do bom
Amor é do bem...

Amor sem sexo
É amizade
Sexo sem amor
É vontade...

Amor é um
Sexo é dois
Sexo antes
Amor depois...

Sexo vem dos outros
E vai embora
Amor vem de nós
E demora...

Amor é cristão
Sexo é pagão
Amor é latifúndio
Sexo é invasão

Amor é divino
Sexo é animal
Amor é bossa nova
Sexo é carnaval

Oh! Oh! Oh!

Amor é isso
Sexo é aquilo
E coisa e tal!
E tal e coisa!

Uh! Uh! Uh!

Ai o amor!
Hum! O sexo!


Composição: Rita Lee / Roberto de Carvalho / Arnaldo Jabor
Interpretação: Rita Lee

terça-feira, 22 de junho de 2010

Uma visita interessante!



Recebemos hoje uma visita importante.

Tivemos a honra de abrir as portas de nossa casa para o Ronualdo, apelidado por Novo, irmão do meu cunhado Romualdo.

  Ele reside em São Bernardo do Campo / São Paulo e há 4 anos não vinha á sua terra natal.

A família e os amigos estão todos contentes por rever essa pessoa maravilhosa!







Seja bem-vindo, Novo!




segunda-feira, 21 de junho de 2010

Do Além

Sinopse
A pequena e religiosa comunidade de Grovetown é abalada pelo suicídio de um jovem casal e
a partir daí de uma série de suicídios.
 Quando mais suicídios acontecem mais as pessoas da cidade ignoram as coincidências e
 se agarram firmemente às suas crenças.
Lindsay (Elizabeth Rice), que namora com o filho do pastor da cidade, resolve, juntamente com o misterioso Aidan (Thomas Dekker) investigar os supostos suicídios.
Eles logo descobrem que algo muito maléfico e indescritível está atingindo toda a comunidade.
Convencida de que será a próxima vítima, Lindsay percebe que Aidan é sua única esperança e juntos pretendem por um fim a maldição.




 

domingo, 20 de junho de 2010

BRASIL 3 X 1 COSTA DO MARFIM

Estádio: Soccer City, Johannesburgo (AFS)
Data/hora: 20/6/2010 - 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Stephane Lannoy (FRA).
Auxiliares: Eric Dansault (FRA) e Lauren Ugo (FRA)

Público: 84.455 pessoas
Cartões amarelos: Tiéné e Keita (CDM)
Cartão vermelho: 43'/2ºT - Kaká (BRA)

GOLS
25'/1ºT - Luis Fabiano (1-0)
5'/2ºT - Luis Fabiano (2-0)
17'/2ºT - Elano (3-0)
34'2º T - Drogba (3-1)


BRASIL
 Júlio César
 Maicon
Lucio
 Juan 
 Michel Bastos
 Gilberto Silva
 Felipe Melo
 Elano (21'/2ºT - Daniel Alves)
 Kaká; Robinho (47'/2ºT - Ramires)
 Luis Fabiano.

Técnico: Dunga.

COSTA DO MARFIM
Barry
 Demel
 Zokora
 Kolo Touré
 Tiéné
 Tiotê
 Yaya Touré
 Ebouê (26'/2ºT - Romaric) 
 Dindanê (8'/2ºT - Gervinho)
 Kalou (21'/2ºT - Keita) 
 Drogba

 Técnico: Sven Göran-Ericksson.

sábado, 19 de junho de 2010

Pássaro de Fogo

Vai se entregar pra mim
Como a primeira vez
Vai delirar de amor
Sentir o meu calor
Vai me pertencer

Sou pássaro de fogo
Que canta ao teu ouvido
Vou ganhar esse jogo,
Te amando feito um louco
Quero teu amor bandido

Minha alma viajante, coração independente
Por você corre perigo
To afim dos teus segredos
De tirar o teu sossego
Ser bem mais que um amigo

Não diga que não
Não negue a você
Um novo amor
Uma nova paixão

Diz pra mim...

Tão longe do chão
Serei os seus pés
Nas asas do sonho rumo ao teu coração
Permita sentir
Se entrega pra mim
Cavalga em meu corpo

Oh minha eterna paixão...


Composição: Paula Fernandes

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Feira Ecológica

Está acontecendo hoje na Praça José de Barros, Quixadá - Ceará, mais uma edição da Feira Ecológica, que é promovida há anos pela Escola José Jucá.

A referida feira conta com os distritos educacionais do munícípio para apresentar seus trabalhos, que põem em foco o meio ambiente e a sustentabilidade social.

Para mim, foi muito gratificante participar pela primeira vez desse evento na condição de funcionária de um  distrito educacional (Campo Novo), já que no passado só havia estado envolvida como estudante.

Percebi que muita coisa mudou. O número de escolas presentes na feira diminuiu, mas a consciências dos estudantes sobre a preservação do meio ambiente parece ter aumentado consideravelmente.